segunda-feira, 28 de junho de 2010

viver distrai, viver distai, viver distrai, viver distrai, viver distrai, viver distrai, viver distrai.
Sinto muito, o que se há de fazer..
Não, eu não posso te desculpar.
Sinto muito, sinto muito o caralho!
porque eu não sinto nada desde que você partiu, meu coração..


e como...

domingo, 13 de junho de 2010

sendo assim

sabe quando dá vontade de jogar tudo pro alto e voltar pro colo da mamãe? então, tenho tido dias assim, tenho tido vontades assim, porque aqui onde o sol mal-nasce e já se põe ninguém liga se você tem olheiras fundas de noites mal dormidas, ou quase manda o pulmão pra fora quando tosse por conta de uma maldita bronquite bacteriana que chegou por um descuido e que voltou por mil descuidos.
Eu sempre soube não sentir saudade, ou descontar essa saudade em outra coisa, abstrair, esquecer. mas é tanta que não daria pra esconder nem na montanha mais alta que a gente via dividindo espaço com uma daquelas tantas indas e vindas do sol que a cada dia se mostrava diferente e tão diferente que não dava pra especificar o mais bonicto.
eu tô com saudade de casa.