quinta-feira, 29 de julho de 2010

pedaços da gente

Eu gosto de morrer, as vezes morrer é bom...

(Eu ainda vou chegar no ponto e nas palavras certas..)

As pessoas, a gente. a gente mente.
eu não acredito em ninguem,
então você não acredita em si?
eu não acredito em ninguem.. Porque as pessoas mentem, eu minto, você mente..
mas isso não faz diferença,as vezes, não faz
me dá a mão.
(...)
as pessoas se perdem, isso é ruim?
as pessoas se perdem e as vezes isso nem é tão ruim assim
as vezes elas encontram coisas interessantes..
você?
oque?
você encontrou algo interessante quando se perdeu?
eu?
de mim.
a gente se perdeu, uma da outra..

(...)

eu não quero me perder outra vez
se perder é desesperador...
eu não quero me perder denovo.
porque a gente se perdeu?
é normal..
é normal das pessoas se perder e se encontrar..

(...)

Me leva pra casa?

(.)

Eu gostava tanto de repousar a cabeça no teu ombro.

terça-feira, 27 de julho de 2010

quando ela fala: "você é pequena mas não cabe na minha mala"
não tem a intenção de machucar, ela só quer ouvir um: "tudo bem, eu uso a minha e te acompanho"


isso me veio na cabeça agora e não tem um praquem específico.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Mas esse ventinho na cara me faz esquecer o tempo ruim.
eu queria que a camera acompanhasse todo milésimo de segundo do que eu via a cada milésimo de milimetros, só assim eles entenderiam.
é o jeito que eu vejo as coisas, a intensidade do que eu sinto que me guia, que me faz continuar, ou não, que me traz esperanças novinhas em folha. E esse ventinho na cara me diz que tudo vai dar certo.


( o ventinho na cara de quando a geladeira fecha, você ri tão gostoso me mostrando algumas coisas pequenas assim que dá vontade de rir também, as vezes eu não consigo... tudo bem. vai passar, tô dizendo. assim como eu disse que você um dia ia ler o que eu tanto escrevo por aí. ou pelo menos uma parte disso.)


post dedicado a duda schawb.

love it, or live it?

É que eu não gosto e tô cansada de meios termos. A vida tem sido tão resumida a 140 caractéres que eu ja nem sei mais se quero mesmo continuar aqui, mas eu não quero desacreditar afinal os grandes feitos só aconteem se a gente continua, não é mesmo? e depois todo mundo tem dúvidas, não tem?
E essa chuva, meu Deus, ESSA CHUVA! E as goteiras, porque tem as goteiras também, quem é que concerta? porque alguém vai, não vai?
Ali mesmo atrás dessa árvore de casca grossa que tem no meio da parte externa desse café cheio de poréns tem pessoas que compartilham o mesmo frio nas costas, o mesmo conhaque e quem sabe até pessoas em comum a gente tenha. Eles tem dúvidas também, não tem?
E eu tenho medo, tanto medo de lugares comuns, mas a vida é assim, não é? cheia de lugare-comum, tipo o conhaque o café e os cigarros...
Depois de um dia de pequenos fracassos quem é que não duvida de si? quem é? me diz. me conta esse segredo de vida feliz pra sempre, porque pra mim o pra sempre é agora!

domingo, 4 de julho de 2010

é como se eu estivesse constantemente vendo meu reflexo no vidro, e aí a luz apaga, do lado do vidro que eu estou
e não tem mais nada
eu não me vejo mais.

Esperando pelo elevador, me olhando na vidraça que divide o corredor da coordenação,
sempre fechada e com luz desligada, dessa maldita pensão eu vi.
ou melhor eu não vi.
a luz do meu lado apagou, apaga sempre, é automatica. apagou como se não tivesse ninguém ali
porque não havia movimento. nem vento. nem nada nem nada.
a luz apagou e meu reflexo sumiu, tudo que se pode ver é o que há do outro lado da vidraça.

alguém por favor acende a luz, que eu tenho medo do escuro e disso que dá de
não conseguir ver nem sombra nem reflexo..
eu preciso tanto de uma nova projeção.