Ser, a questão, tudo aquilo que não quero. As paredes brancas roubam minhas ideias coloridas, me ser já não faz mais o mesmo sentido.
Sem
ti
dô.
E é o dó que vem sustenido, sem sentido. Brincar com as palavras, já que não brinco mais contigo. Eis o que me resta, eis o que me agrada.
Brincar com as palavras pela madrugada, o suor da solidão. Os textos desfigurados em minha cabeça não mais ficarão.
É no meu canto que me encanto com a falta de pranto. Pois já me foi o tempo dos espantos com tantos outros cantos.
Solo, restarei.
O sol na multidão transformando lama em poeira, não me queira.
A minha luta já é outra.