Na bagunça ritmada do compasso do teu peito eu me perco, no suor do seu cabelo enrolado as três da manhã encontro vontade de continuar viva, no passo apático do seu som faço a morada da minha loucura. No baixinho do seu baixo encontro a paz que não sei lidar. No afago do seu abraço eu sei que é o meu lugar, mas você não vem. E eu não vou, então ficamos assim, perto e distante.
Gostoso mesmo era quando passeava seu olhar sob os meus olhos sem medo do que viria na manhã seguinte, mas minha bomba relógio explodiu e te levou pra longe.